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Meu parto não humanizado - o lado B

Ao som da música que me acompanhou durante minha gravidez, escrevo essa postagem.
Já contei aqui como foi o meu parto, mas agora conto o LADO B, digamos assim.

De humanizado o meu parto não teve nada. Vou começar do início. Pega aí uma xícara de café e vem comigo:

Eu falei inúmeras vezes no blog, no Twitter e entre amigos, que o tratamento que eu recebia no hospital que eu fiz o meu PN não era dos melhores. Tratavam com descaso, sem o mínimo apoio psicológico.  Eu já era conhecida entre a equipe por estar esperando gêmeos. Acho que isso faz com que o nosso rosto seja lembrado entre a equipe de forma mais rápida.

Lembro de estar com 34 semanas e pedir um atestado porque eu não me sentia segura em ir trabalhar mais, além de ter picos de pressão baixa vez ou outra e nenhuma sandália, tênis, chinelo, nada servir no meu pé. Quando eu saía, era sempre final de tarde, depois de ficar o dia com os pés pra cima. Ou seja, sair pra trabalhar e passar o dia fora pra mim era muito ruim. Mas nenhum médico me dava o tal atestado, a empresa que eu trabalhava foi muito parceira e me deixava faltar pois entendiam, eu não rendia o que era necessário mais.
Sempre me trataram com muita falta de 'amor', não tinham noção do que eu sentia.

Minhas últimas fotos grávida, na noite do dia 10/03:



No dia 10/03 fui pra minha ultima consulta de PN, com 39 semanas e 4 dias. Chego lá e finalmente me encaminham para o parto. Seria no dia 11/03 às 8h30, pediram que eu fizesse jejum inclusive de água, o que pra mim foi terrível, visto que estava MUITO QUENTE aqui em Porto Alegre. Ok, dos males o menor.
Fiz o tal jejum, minha irmã veio de Curitiba voando, literalmente. No dia 11/03, às 8h30 lá estava eu pra fazer a minha internação, mas antes deveria passar no CO pra uma ultima avaliação e de lá sim, me encaminharem pro Centro Cirúrgico.
Como a ideia é mostrar o LADO B, não vou entrar em detalhes de tudo do parto pois já contei. O que acontece é que:

A médica me mandou pra casa quando cheguei para a avaliação, me dizendo que não havia motivo para interromper a gestação naquele momento e que a médica que me atendeu no dia anterior, não poderia ter feito tal recomendação.
Argumentei, falei que não estava me sentindo bem há tempos, que o tampão já havia saído fazia 1 semana, que eu tinha contrações de treinamento de 5 em 5 minutos (comprovado pelos médicos), que nem comer mais eu conseguia. Depois da intervenção de uma amiga minha, médica, que trabalha no mesmo hospital, resolveram me pedir que eu voltasse depois, às 13h. Pediram que eu almoçasse bem e voltasse.
Almocei e voltei. Me encaminharam pro CO, coloquei a roupa, me prepararam toda, tomei banho e lembro da enfermeira me dizer "almoçou, mãe?" eu disse que sim e ela logo reclamou, dizendo que eu não poderia ter almoçado. Expliquei que foi recomendação médica.
Nisso ela me informou que pra eu tomar anestesia, eu tinha que estar ha 8h sem me alimentar nem beber nada.
Óbvio que mais uma vez argumentei, que cada uma me dizia uma coisa diferente.

Fiquei esperando que a minha irmã entrasse pra ficar comigo lá. Nisso fui pra sala de Pré-Parto. Horrível ficar nesse local, hor-rí-vel.
Lá tinha mães em pleno trabalho de parto, com cortinas separando somente, gritavam a plenos pulmões e eu ali, sozinha, deitada, sem saber o que fazer.

Chamei a médica e perguntei pela minha irmã, me disseram que ela estava do lado de fora, pra poder fazer companhia pra minha mãe. "Como assim pra minha mãe?? Desculpa meu egoísmo, mas naquele momento quem precisava de companhia era eu!!" Não entendi muito bem aquilo, mas ok. Passaram-se horas e horas. Cada médico/enfermeira que vinha me ver, reclamava que eu não tinha que estar ali. Tinha que estar em casa. Ouvi cochichos de que eu só estava ali pois tinha gente conhecida no hospital. Me senti PÉSSIMA ouvindo isso e chamei a doutora. Conversei com ela, que me disse que iriam induzir o parto normal. Fiquei verde de medo nesse momento. Eu não tinha medo, mas depois de ouvir por uma tarde inteira, gritos e mais gritos de uma mãe que passou por todas as dores e acabou tendo por cesárea, eu tava uma pilha!

Trocou o plantão e eu fui ter uma conversa bem séria com a médica que assumiu. Ela me explicou que não poderiam induzir parto pois eu só tinha 2 dedos de dilatação e que eu iria passar aquela noite no hospital, pra que no outro dia, às 8h30 me fizessem uma ecografia, pra ver como estavam. Dependendo, fariam a cesárea, pois ela viu como eu realmente não estava mais me sentindo bem de verdade.

Isso aconteceu? NÃO.

Entregaram as minhas coisas, TODAS, pra minha irmã e não me deixaram com acompanhante.
Fui encaminhada pra um quarto da maternidade, onde as mães já estavam com seus bebês. Todas com acompanhante, eu sem ninguém, sem celular, sem absolutamente NADA. Somente com aquela roupa de hospital, sem sequer uma escova de dentes. Lembro de estar com muita sede e pedir pra enfermeira um pouco de água. Ela nega, diz que a minha dieta era jejum total.
Comecei a desconfiar que tinha cesárea marcada, pois não havia outro motivo pra jejum. Passei a noite inteira acordada, indo no banheiro o tempo todo pra molhar a boca pra aliviar a sede.

Às 8h30 foram me buscar de cadeira de rodas e me levaram direto pra sala de preparo. Mais uma vez estava eu lá e perguntei pra enfermeira o que eu estava fazendo lá. E ela me avisa: "tem uma cesárea marcada pra ti agora". Ah tá, vou ali ter dois filhos e já volto. Tipo isso?! Isso mesmo.

Pedi na hora, que ligassem pra minha casa e avisassem pois eu estava sozinha lá, pedi que ligassem pra empresa da filmagem que eu havia contratado, enfim, fiz um 'banzé' lá dentro.

Acho que em 20min minha família já estava lá (moro bem perto do hospital), por causa da correria, o rapaz da filmagem não conseguiu chegar a tempo. Acontece que, enquanto eu estava sendo preparada, a médica falou "Bruna, não adianta reclamar que foi de ultima hora, ou é agora que o CO tá vazio ou vai ficar esperando".
Isso não é jeito de falar com uma gestante prestes a ter dois bebês.

Colocaram a sonda em mim e logo após me deu uma vontade louca de fazer xixi. Eu já havia usado sonda outra vez e sabia que aquilo não era normal. Insistiram que era pra eu fazer, sairia na sonda. Na mesma hora levantei da maca, quando levanto sai água por tudo. Era a bolsa que havia estourado.

Fui pra sala de parto caminhando, fui anestesiada e pude ver a minha irmã no corredor, esperando pra entrar. Aquilo me tranquilizou, ver uma pessoa da minha família.
Logo após ela entrou na sala e ficou comigo. Posso dizer que fui bem tratada por somente duas pessoas lá dentro. Uma médica que me atendeu na emergência uma vez e lembrava de mim e quis participar do parto e a anestesista, que foi um amor. De resto, passei a cesárea inteira ouvindo a médica reclamar que eles estavam encaixados pra parto normal, que não era pra ser cesárea, que os médicos não sabem o que fazem, que estavam indo na onda de gestante, etc etc etc...


Quando eles nasceram, ouvi o choro deles e levaram pra fazer pesagem e etc, não me mostraram naquele mesmo instante. Levou alguns minutos, 2 ou 3 no máximo, e quando me trouxeram eles já estavam limpos e enroladinhos.

Assim:



Não gostei disso, queria ter pego os dois antes, queria ter dado de mamar logo naquele momento, eu ja tinha colostro saindo. Acontece que tive reação da anestesia e tremi demais, não teria conseguido dar mamá pra eles de qualquer forma naquele momento.

Assim que eles nasceram:


O post ficou meio sem começo, sem meio e sem fim.

Fui escrevendo de acordo com o que eu lembrava, agora são 4h50 da manhã, e se eu não terminasse hoje, essa postagem não sairia nunca!

O que eu quis dizer é que em nenhum momento fui tratada como mãe, como uma pessoa que estava prestes a ter dois filhos e pedir para que você que está lendo, se estiver grávida, perceba bem como é tratada e solicite os seus direitos assim como eu fiz quando pedi pela minha irmã, quando comecei a desconfiar de que tinha algo diferente de uma ecografia pra acontecer.

Em tempo:
Eles nasceram de 39 semanas e 6 dias.
Pedro: 45cm e 3,120kg
Lucca: 46cm e 3,050Kg

16 comentários:

  1. Que chato!!! O parto é pra ser um momento tão incrível e conseguiram deixar dessa forma!!! Que bom que pelo menos vc tem a lembrança de tê-los visto dois minutos depois...
    Espero que isso não te deixe triste por muito tempo.
    Um beijo!!!

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    1. O momento foi incrível sim! Me emocionei, só não gostei desse tratamento no pré parto. Isso sim é ruim!!

      Não fico nada triste, lembro daquele dia com MUITA ALEGRIA!

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  2. Bah Bru, que situação hein!!!?? Isso valeria até um processo por danos morais!! Enfim, agora que fique somente no passado, o que vale são estes tesouros na sua vida. bjão

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    1. Exatamente Raquel! Eu não iria reclamar de nada... Mas é bom que saibam! Beijão!

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  3. vc só teve barriga né rsrs adorei o relato
    tem um selinho pra você no meu blog, passa lá pra pegar bjos
    www.princesaagatha.blogspot.com

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    1. Siiim Cris, só tive barriga! Hehehehe... Vou passar no teu blog agora! Beijo!

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  4. Bruna, isso não é jeito de tratar nenhum paciente, muuito menos uma gestante, quase parindo, passando por coisas sozinhas, sendo "enganada", credo, nem acompanhante que é lei, obrigatório.
    Mas que bom que tu tem as lembranças felizes de ver teus pequenos lindos e bem gordinhos sem precisar de incubadora.
    Tenho uma amiga que está grávida e converso com ela sobre o parto, pois ela diz que quer normal, mas já falei diversas vezes, pra ela visitar o hospital, procurar saber dos procedimentos, porque depois na hora não adianta chorar, sem saber o que vai acontecer.

    É isso, sigo teu blog faz um tempo e adoro saber dos guris. Sou de Porto Alegre também e não vejo a hora de ter meu baby e poder me juntar ao Gente Miúda. Não posso deixar de dizer que te admiro, te acho uma mãezona, por tudo que passou, pela tua história e pelo jeito que cuida dos teu filhos, parabéns!! Ah e não vejo a hora de encontrar vocês na Redenção heheehe

    Beijos.

    docefelizespera.blogspot.com.br

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    1. Nicole,
      Pelo que entendi, tu és tentante, tu pode entrar no grupo!! Quer participar??? Se quiser, me manda teu e-mail!!

      Beijinho!!

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  5. Foi maravilhoso poder estar junto de ti e dos meus anjinhos nesse momento tão mágico!!!
    Lembro de cada minutinho daquele dia!!!
    Beijos

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  6. Oi Bruna
    Eu ganharia meu bebê pelo meu plano de saúde, mas faltavam 10 dias para terminar a carência, entrei em pânico quando entrei em trabalho de parto com 38 semanas e teria que ganhar pelo SUS.
    Fui pra Puc (sus) as 8 da manhã, tinha tido descolamento de placenta, me atenderam super bem, atendimento rápido me encaminharam pro pré parto acompanhada do meu marido e da minha sogra, fizeram cesária as 11:15 meu filho nasceu, tudo maravilhoso, médicos, enfermeiras, pediatras, anestesista, TODOS me trataram com muito carinho. Fico pensando se eu tivesse ganhado ele pelo plano se teria sido tão bem atendida. Pela noite tive uma tontura antes do banho, a enfermeira me deu banho. Tive companhia em todas as etapas inclusive no parto.
    Um absurdo o jeito que te trataram. absurdo.
    bjusss
    NAra e filhinho Érico :D

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  7. Oi Bruna
    Eu vou ganhar meu bebê em fevereiro agora, é meu primeiro filho,e tenho muito, mas muuuuuito medo da hora do parto, ainda nao sei se vou ter que fazer cesaria, ou normal tudo vai depender do tamanho do meu bebê até lá. Minha médica é ótima, muito amiga mesmo, qualquer duvida ou ligação no meio do dia sobre alguma coisa ela me atende super bem. Meu plano graças a Deus cobre o parto e vou poder ganhar no Moinhos de Vento, onde minha médica atende, mas ler o seu relato, pra mim ajuda muito, não tenho noção de como é um parto, nem o pré-parto, o que pode e o que não pode ser feito, e acho que essa minha falta de informação é o que mais me assusta, ter depoimentos como os teus é importante pra mães de primeira viajem como eu.
    Parabéns por tua coragem, e pelos belos filhos.
    Pri futura mãe do Arthur. :)

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  8. Meus 2 filhos nasceram de parto natural, nas 2 gestações o trabalho de parto aconteceu com 41 semanas( quem tem menstruação irregular o tempo de gestação pode variar) a dilatação só começou com as contrações, não tinha dilatação antes. No meu primeiro parto eu tinha 17 anos e morava numa cidade pequena, um único hospital, sem muita alternativa de médicos, a única coisa que sabia de partos era as mulheres gritando nos filmes e como minha mãe fez cesárea não sabia explicar como seria exatamente o parto normal, sabia que seria o dia do parto porque saiu o tampão, o médico confirmou e me internou no hospital, eu estava tranquila até começarem as contrações mais fortes e uma enfermeira falar que aquilo não era nada, que ficaria cada vez pior e me detalhar de forma assustadora oque estava por vir, mandei chamar o médico e disse que eu queria cesárea, estava apavorada, mas naquela altura do campeonato tinha que ser parto normal mesmo, ele estourou a bolsa e as contrações ficaram muito doloridas, o médico não me fez anestesia nenhuma, foi no seco mesmo, e eu ainda estava apavorada, porque sempre achei que a parte aonde o bebê nasce mesmo era a mais dolorida, mas felizmente eu estava enganada, é feito um pequeno corte
    com anestesia e nem senti meu filho passar, o meu médico não tirou a placenta, deu os parabéns e tchau, fiquei ali sozinha, pedi para a mulher que veio limpar a sala de parto me ajudar a sentar na cadeira de rodas, com as pernas bambas, por sorte quando fui ao banheiro na primeira vez depois do parto, a placenta desceu.
    Minha segunda gestação eu morava em Poa, fiz o acompanhamento com uma obstetra até 7 meses de gestação e daí ela começou com uma conversa de que se não entrasse em trabalho de parto até 40 semanas, eu faria cesárea e até sugeriu dar uma costuradinha no meu abdomen junto já que tinha diástase abdominal, na mesma semana troquei de médica, a Dr. Ceres Helena Borda Dias, foi maravilhosa!!! Muita querida, atenciosa, sempre respndendo meus emails, minha dúvidas e como eu entrei em trabalho de parto na primeira vez com 41 semanas, ela respeitou isso e resolveu esperar, sempre acompanhando com ecografias nessa última semana, a indução estava marcada para segunda e eu entrei em trabalho de parto no domingo, foi maravilhoso tudo, fiz o parto no moinhos, a médica fez a peridural e as contrações ficam bem levezinhas, o anestesista era um amor, eles falaram que nem parecia que eu ia ter filho, de tão calma que estava, a médica fez anestesia para fazer um pequeno corte para o bebê passar e depois de um ou outro empurrão minha bebê nasceu, deixei claro que queria ela no meu colo assim que nascesse para mamar e assim foi feito, foi outro parto mesmo, a peridural faz toda a diferença!!!

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  9. Quando ganhei meu Bernardo, há exatos 2 meses e 9 dias atrás, tiveram momentos bem complicados também, embora no geral eu ter sido bem tratada. Depois de passar a madrugada inteira acordada, indo ao banheiro com "dor de barriga" (sim, pois, eu não sabia que estava em trabalho de parto, minha mãe teve cesárea e não sabia como poderia ser, enfim), às 06:45 eu baixei hospital com 4 de dilatação e uma médica bem grosseira, ainda bem que ela estava entregando o plantão e o médico que fez meu parto foi muito legal. O Bernardo precisou de um puxãozinho pra sair, mas, até esse momento chegar, o pré-parto foi bem ruim. Nossa, nem sei se o próximo filho será de modo natural, não sei se terei a mesma coragem (foi de minha opção que fosse parto natural). Enfim, amarguei das 2:30h da manhã (em casa até 6:30 e depois das 6:45 no hospital) até às 11:16 quando finalmente ele nasceu. Quando cheguei no hospital, me colocaram em uma maca, sozinha, ao lado uma mãe que gemia e se torcia de dor. Puxava assunto, coisas do momento, para ver se ajudava ela, já que ambas nos víamos sendo as únicas companhias uma da outra e, como eu estava aparentemente melhor que ela, prestei solidariedade como é do meu feitil. Bom, minutos depois que me colocaram no soro, acabou a festa e eu entendi o porquê que a outra mãe estava daquele jeito quando cheguei (fiquei pior que ela, pois, eu berrava de dor! Tenho 1.58 de altura, não sou uma mulher grande e precisava parir um gauchinho de 49cm e 3,514kg, imaginem...). Me vi sozinha, jogada em uma maca, berrando por uma anestesia ou uma pedrada na cabeça, meu marido e minha mãe lá fora e a enfermeira me dizendo de tempos em tempos: "não adianta gritar, mãe!" - Sério? Agora conte-me uma novidade, se puder me fazer rir eu agradeço! - Aff. Masssss, tudo foi superado quando ouvi o choro do meu filhotinho e quando o peguei nos braços, conferindo se não faltava nada, e o cheirei inteiro, pois, dizem que nos apaixonamos pelo olfato! ♥

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  10. Bruna que pena ter lembranças tristes daquele dia que deveria ser o mais feliz. Sou de Porto Alegre e tive meu bb no Clinicas, só fui mal atendida na chegada (um residente chegou a me perguntar se eu tinha certeza que estava grávida-eu com qs 41 semanas...), depois foram melhores.

    Bjão

    http://matheusmeucoracao.blogspot.com.br/

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  11. Oi também ganhei meu bebê em Porto Alegre, no Hospital de Clínicas para ser mais exata, fui mal tratada pela equipe médica. Me colocaram naquele soro horrível, e não me deixavam nem caminhar para dilatar, fui deixada em um quarto que na verdade era onde guardavam os lençóis, fraldas e outras coisas. Me aterrorizavam diziam para me calar que se não eu não teria minha filha naquele dia. Um horror.

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