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Terça Insana: Mulher x Profissional x Maternidade


Enquanto a solteirice me acompanha, me divido entre profissional em casa (casa, blog, vendas, grupo) e meu mundo MÃE.

E quando a pessoa é casada? É sobre esse assunto que a colaboradora Gislaine falou comigo e me contou o que ela pensa a respeito:

Toda mulher, ou pelo menos a maioria, quando descobre que está grávida, passa a se preocupar com seu futuro profissional.Por lei a mulher grávida não pode ser demitida, e quando o bebê nasce ela passa a ter direito a licença maternidade, que varia entre 4 ou 6 meses.
A mulher além de estar preocupada com seu bebê e com a nova rotina, se preocupa também com sua carreira, saber se vai retornar ao trabalho ou abrir mão de tudo, para se dedicar exclusivamente ao bebê, pois em muitos casos pagar uma creche particular acaba onerando ainda mais o orçamento familiar, deixar com estranhos? Jogar tudo pro alto e ficar em período integral com seu filho? Será que não vai acabar se afastando do mundo lá fora se ficar só em casa? E sua independência e autonomia?

São inúmeros os questionamentos que todas nós, em algum momento, nos fazemos. Mas mãe não é “só” mãe, é dona de casa, é esposa, é sensível, é mulher, é profissional, estudante, e precisa dar conta de tudo, pois quer abraçar o mundo.

Às vezes é preciso parar e pensar seriamente no que se quer fazer, pois depois que nos tornamos mães, a prioridade passa a ser os filhos, e só depois nos preocupamos em saciar nossas necessidades pessoais e profissionais.



Eu optei por continuar trabalhando, pois sou concursada, porém mesmo com o salário quase empatando com o valor das creches particulares (no meu caso são 2 mensalidades) na minha opinião é de que não conseguiria ficar longe do meu trabalho, acho que ele me dá mais segurança, estabilidade, aumenta minha auto-estima, e quando retorno pra casa, volto renovada para poder curtir minhas filhas, é preciso dizer também, que se você tiver um chefe compreensivo que flexibilizará seus horários de trabalho, se tornará muito mais fácil a retomada da nova rotina.

Não que abdicar de tudo, para curtir os primeiros anos de seu filho não seja nada ruim, pelo contrário, feliz é aquela pessoa que pode fazer isso, estar presente em todas as descobertas dos pequenos. (é o caso da Bru, por exemplo, que trabalha com representação de duas marcas e com o blog)

O que penso é que todas nós, independente de retornarmos ao trabalho ou optarmos em ficar em casa,  não podemos deixar de ser nós mesmas, de ter nossas atividades à parte, de sair para passear sozinhas, ter um tempinho só nosso, e sair para jogar conversa fora com as amigas, pois acredito que seja importantíssimo para manter nossa vida social ativa, ou um jantar romântico com o maridão, é preciso dosar a mãe e a mulher que existe dentro de cada uma de nós.





Colaboradora: Gislaine Notargiacomo


Responsável pela Terça Insana de hoje.

3 comentários:

  1. Fabricio Silveira26 de junho de 2012 10:25

    Parabéns pela matéria, super mãe, super profissional, super esposa.

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  2. Admiro a tua disposição, carinho e humor. Desempenhas muito bem os papéis de mãe, esposa e profissional. O mais impressionante é que és mãe de gêmeas - trabalho dobrado - e, acho que exatamente depois disso, te tornaste uma pessoa ainda mais querida e bem humorada...
    bjs,
    Cátia

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